Renault Master I (1980-1997)

Renault Master II (1997-2010)

Renault Master III (2010-2019)

Publicado: Renault Portugal

Renault Master: há 40 anos como companheiro ideal dos profissionais

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40 anos é muito tempo! Mas não para o Renault Master que, na sua terceira geração, continua a respirar “jovialidade” e tão bem se tem sabido adaptar à modernidade e exigências dos profissionais, os quais, afinal, nasceu para servir. Hora de uma breve viagem pela história do modelo, que já transportou milhares de toneladas de carga, percorreu milhões de quilómetros pelo mundo fora e, indiretamente, ajudou a concretizar um sem número de negócios.

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Master I: Para todo o serviço

Com produção iniciada em 1980 na fábrica da Renault de Batilly (França), a primeira geração do Renault Master esteve no ativo até 1997 (Phase I de até 1994 e Phase II até 1997) ou seja, durante 17 anos! 

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O tempo suficiente para “vestir” diversos tipos de carroçaria, entre furgão, minibus (com a colaboração da empresa Heuliez) ou chassis-cabine, que permitia montar nas suas “costas” uma arca frigorífica, uma caixa basculante ou uma transformação em autocaravana.

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Mas talvez nada se tenha destacado mais do que a porta lateral, que facilitava sobremaneira os carregamentos, e que na sua configuração de deslizamento lateral se mostrava, naquela altura, verdadeiramente incomum em veículos comerciais. Os fechos de abertura das portas redondos também marcavam a diferença, num veículo que disponibilizava três distâncias entre eixos diferentes: 2,81m, 3,23m e 3,70m e que, por isso, abrangia um vasto leque de utilizações, otimizadas com carroçarias tão diferentes como furgão, minibus ou chassis com cabine.

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O que se calhar era de todo inesperado era ver uma versão do Master, designada por “B90”, a participar no mítico Rali Paris-Dakar, mas aconteceu em 1987! Contudo, isso acabou por não dar de imediato o mote para que a Renault começasse a vender ao público o Master com transmissão integral no Master, o que só viria a acontecer em 1990.

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Master II: Ainda mais versátil

Apesar de ter começado a ser pensada e desenvolvida em 1987, a segunda geração do Renault Master apenas chegou aos concessionários em 1997. Foram 10 anos com avanços e recuos, justificados, ora pelo excelente volume vendas alcançado pelo primeiro Master, que parecia ter sempre mais um “fôlego” para dar, ora devido a algumas movimentações estratégicas de parceria comercial (primeiro com a DAF e depois com a General Motors), que tardaram em concretizar-se.  

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Mas valeu a pena esperar, uma vez que a segunda geração revelou um Master mais “maduro” e decididamente mais moderno, não só em termos de design, mas também de funcionalidades práticas, que ajudaram ao melhor desempenho no trabalho dos profissionais que o escolheram como ferramenta de trabalho. 

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A versatilidade foi igualmente um trunfo otimizado, disponibilizando o Master II versões como o Furgão (de 3 portas e 3 lugares ou 4 portas e 3 lugares), Combi (de 3 portas e 7 lugares e 4 portas e 7 lugares), Plancher Cabina, Minibus e chassis-cabine.

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Com plataforma partilhada com o Nissan Interstar e Opel Movano e algumas partes da carroçaria comuns às encontradas na Iveco Daily, esta segunda geração viu a produção estender-se a cerca de 1 milhão de exemplares, “respirando” com todo o fulgor até 2010 (Phase I de 1997-2003 e Phase II de 2003-2010).

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Uma referência, ainda, para o sempre prestigiante título de “Van of The Year” conquistado em 1998.  

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Master III: Adaptado às novas tecnologias e necessidades de mobilidade

Mas é na terceira e atual geração do Master, que o modelo atinge a plena maturidade. Com os utilizadores cada vez mais exigentes e a resposta às suas necessidades a ter que ser cada vez mais célere, os ciclos de vida da terceira geração são também encurtados (Phase I de 2010-2014, o Phase II de 2014 a 2019 e, pela primeira vez, o Phase III, que “ganhou vida” em 2019). 

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Produzido em Batilly, mas também em Curitiba (Brasil), o Master III aumenta novamente a capacidade de oferta em termos de versatilidade, no que toca às carroçarias: Furgão (3 portas e 2 lugares, 3 portas e 3 lugares ou 4 portas e 3 lugares), Combi (3 portas e 7 lugares ou 4 portas e 7 lugares), Minibus (5 portas e 7 lugares), Plancher Cabina, Autocaravana (3 portas e 2 lugares), Bus (3 portas e 16 lugares) e Chassis-cabina.

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Na última geração, lançada em 2019, o Master, com todo o leque de combinações, apresenta-se disponível em 350 versões, incluindo quatro opções de comprimento e três de altura, que fazem variar o volume de carga entre os 8 e os 22 m³, a que se juntam ainda três variantes de transmissão disponibilizados – tração dianteira, traseira ou às quatro rodas (Master Extended Grip).

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À reconhecida robustez, junta ainda materiais de qualidade e desenho funcional do habitáculo (que até tem uma prática mesa “Easy Life”), onde também estão integradas as últimas tecnologias (ecrã digital TFT de 3,5 polegadas e ecrã de navegação com sistema multimédia R-Link Evolution ou Media Nav Evolution), que marcam, afinal, uma extraordinária evolução de 40 anos face ao interior da primeira geração do Master.

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Evolução racional nas motorizações

Também nas três gerações do veículo comercial ligeiro de maiores dimensões da Renault, se assistiu a uma notável evolução ao nível dos motores. Se quando nasceu, o Master dispunha até de surpreendentes variantes a gasolina (2.0 litros de 80 cv e 2.2 litros de 97 cv), as variantes diesel foram sempre, naturalmente, as de maior sucesso. No caso do Master I, a sua potência variava entre os 66 e os 94 cv (nos propulsores de 2.1 litros e 2.5 litros, respetivamente).

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Com o Master II, a variedade de motorizações também aumentou, vendo o modelo servir-se primeiro da tecnologia “dTi” (com blocos de 1.9 litros de 80 cv e 2.8 litros de 115 cv) e mais tarde da “dCi” (com blocos 1.9 litros de 80 cv, 2.2 litros de 90 cv, 2.5 litros de 100 e 120 cv, 2.8 litros de 105 cv e 3.0 litros de 136/156 cv).

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Já no Master III, a Renault reduziu toda a gama a um único motor, o fiável e económico “dCi” de 2.3 litros, mas com uma gama de oferta de potências polivalente (100, 110, 125, 145, 150, 165 e 170 cv).

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Na vanguarda da mobilidade sustentável

Acompanhando a tendência para a cada vez maior eletrificação da mobilidade, a última geração do Master já oferece também uma versão 100% elétrica, a Master Z.E. que, com emissões de carbono nulas, desde 2018 se assume como um claro contributo para a mobilidade sustentável dentro das cidades, revelando-se perfeita para uma utilização profissional em ambiente urbano.

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Uma versão a Hidrogénio, designada Master Z.E. Hydrogen, que cumpre as metas de carbono zero também está a caminho do mercado, com uma autonomia de 350 km.

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Furgão do ano em 1998 e 2004, o Renault Master tem tido em todas as suas versões um assinalável sucesso. Os números falam por si: 2019 foi o quinto ano consecutivo de vendas recordes, com um total de 2,8 milhões de unidades vendidas desde 1980, incluindo 124.000 vendas em todo o mundo, só no último ano. 

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O Master é, também por isso, um veículo verdadeiramente internacional, sendo comercializado em mais de 50 países em todo o mundo, de onde se destacam mercados tão diferentes como Brasil, Argentina, Marrocos, Turquia ou Rússia.

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Afinal, o nome “Master” não podia, também pela globalização que atingiu, ter sido melhor escolhido!

 

Master / Mascott (1982--»)

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